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sábado, 12 de setembro de 2009

Evolução da gestão da produção e operações

Quando fala-se em gestão da produção e operações, nomes como Adam Smith e Frederick Taylor surgem em nossas mentes, o primeiro com o conceito da divisão do trabalho e Taylor com o estudo da melhor forma de se realizar uma tarefa. Contudo, é um bom exercício pensar no esforço de gestão, mesmo que primitivo, necessário para a construção das pirâmides na antiguidade.
Houve, ao longo dos anos, uma evolução do escopo que começou na tarefa (a chamada operação padrão), evoluiu no Japão do Pós-Guerra para a eliminação do desperdício, os círculos da qualidade (CCQ, CQT) e culmina com o surgimento de novos conceitos como o da entrega do serviço, o foco voltado para a estratégia de produção e ampliação do escopo para o ambiente que envolve a empresa. Já não existe melhor forma, é importante ter uma visão sistêmica.

Discutia-se a gestão sistêmica da produção e operações, que surgiu com os estudos de Taylor, quando as seguintes considerações importantes foram feitas pelo professor:

Muitas pessoas usam os termos fábrica e indústria como sinônimos. É importante tê-los em mente para não confundí-los:
  • FÁBRICA - instalação onde ocorre produção, manufatura;
  • INDÚSTRIA - coletivo de uma atividade econômica.
Discorrendo sobre a economia capitalista, veio à tona a lei dos retornos decrescentes. Para escapar dos rendimentos decrescentes, é preciso que ocorra a inovação tecnológica. Por esta razão, a única maneira de perpetuar sistematicamente o crescimento econômico é mantendo um movimento de inovação tecnológica também sistêmica.

Nomes importantes na evolução da economia e produção:
Adam Smith, Andrew Carnegie, Eli Whitney, Frederick Taylor, Henry Ford, James Watt

Aos interessados pela evolução da economia norte americana, foi recomendado o livro:
Os magnatas, de Charles Morris, editora L&PM.

Tipos de demanda e cadeia de suprimentos


Indústrias situadas no começo da cadeia produtiva (ex: siderúrgicas) trabalham com demanda empurrada e tem que negociar a colocação de seus produtos no mercado, tomando decisões de produzir mais ou menos intensamente. O ponto de desacoplamento representa a posição na cadeia onde deixa-se de usar demanda empurrada e passa a vigorar demanda puxada (típica de empresas de varejo).

Para um estudo mais aprofundado sobre cadeias de suprimentos:
CHRISTOPHER, Martin. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos, ed. Thomson Pioneira.

Link para uma melhor descrição dos conceitos das estratégias de demanda puxada e empurrada.

Por fim, é importante ter em mente rede de suprimentos é uma configuração mais apropriada que a chamada cadeia de suprimentos, sendo uma melhor visualização daquilo que se chama de supply chain.